sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

"Esperar é desmentir o futuro." (Emil Cioran)

5 Estratégias das empresas para melhorar a mobilidade urbana
As empresas podem mudar a mobilidade das cidades, estipulando horários mais flexíveis para os seus colaboradores ou desenvolvendo estratégias de trabalho a partir de casa. O assunto tem estado, nos últimos anos, nas prioridades não só de empresas e cidadãos mas também de organizações como as Nações Unidas.
A ONU, de resto, já referiu que, até 2050, cerca de 80% da população mundial viverá em cidades – e que algo terá de ser feito para que saúde, economia e bem-estar não se tornem refém das filas, engarrafamentos e caos urbano.
(…)
1.Horários flexíveis
Os cidadãos terão cada vez mais flexibilidade de entrarem mais tarde e saírem, também, mais tarde. Esta é uma das chaves da nova mobilidade urbana e já é utilizada por muitas empresas: é estabelecida a quantidade horas que o funcionário deve cumprir numa semana – e ele monta o seu horário da forma que entender.
2. Trabalhar a partir de casa
Ao permitir que os seus colaboradores trabalhem em casa durante alguns dias da semana, as empresas estão a ajudar a reduzir os índices de congestionamentos nas cidades. Para tal, é preciso que chefes e colaboradores tenham uma boa relação.
Esta medida não foi bem implementada, porém, nos Estados Unidos, pelo que deverá ser trabalhada de forma cautelosa.
3.Sistemas de telecomunicação
Ao apostarem em equipamentos de telecomunicação que permite que os funcionários realizem reuniões sem deixarem o espaço físico da empresa, estas estão a ajudar a reduzir os engarrafamentos. Com esta opção, a empresa também reduz drasticamente os seus custos.
4.Políticas de incentivo
Há empresas que promovem boleias para o trabalho – entre os funcionários que vivem perto – e idas para a empresa de bicicleta, skate ou mesmo a pé. Nestes caso, muitas empresas têm construído balneários e vestiários para quem precisa de um banho matinal.
5.Plano de mobilidade
Na Europa, há várias cidades que têm legislação que obriga as empresas a traçar planos de mobilidade. Os funcionários podem também pressionar as empresas a fazê-lo, contribuindo para uma situação win-win – para a empresa, que recebe um funcionário mais motivado e pontual; e para o funcionário, que gasta menos tempo no trânsito e, em geral, está mais bem-disposto.

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