sábado, 31 de dezembro de 2011

Literacia Mediática, convém ter!


MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
Conselho Nacional de Educação
Recomendação n.º 6/2011
Recomendação sobre Educação para a Literacia Mediática
Parecer
“[...] a literacia mediática é uma questão de inclusão e de cidadania na sociedade da informação de hoje [...] evitando ou diminuindo os riscos de exclusão da vida comunitária”

5 — Recomendações
(…)
1 — Que se promova a Literacia Mediática entendida como um conjunto de saberes e capacidades relativos às três dimensões de acesso, compreensão crítica e utilização criativa e responsável (Ver ponto 2. desta Recomendação — Conceito adoptado);
2 — Que se garanta a formação (técnica e pedagógica) de professores, responsáveis de bibliotecas e centros de recursos e outros agentes educativos, estudando -se as possibilidades de prossecução das actividades de formação já iniciadas e programadas pelo Plano Tecnológico da Educação e de adaptação e divulgação do currículo proposto pela UNESCO para agentes educativos — entre outras medidas formativas indispensáveis;
3 — Que se proceda à inserção organizacional e curricular da Educação para a Literacia Mediática na Educação para a Cidadania, através de aprendizagens transversais (competências processuais) em todas as disciplinas e de aprendizagens específicas, a trabalhar em disciplinas e nas Áreas Curriculares Não Disciplinares apropriadas (Formação Cívica); que essa inserção organizacional e curricular seja dinamizada por um professor coordenador;
4 — Que se estude e avalie as necessidades de aprendizagem técnica dos alunos, tendo ainda em conta necessidades específicas de alguns alunos e do Ensino Especial, em articulação com a continuidade do
esforço de equipamento das escolas, sua manutenção e actualização;
5 — Que se fomentem as oportunidades de aprendizagem extra- -curricular de Educação para a Literacia Mediática;
6 — Que se estabeleçam parcerias nos planos local, nacional e internacional, entre entidades preocupadas com a educação para a literacia mediática, designadamente bibliotecas, e os próprios media, e se apoiem iniciativas relativas aos media promovidas por essas entidades (por  exemplo com a criação de Um Dia Com Media nas escolas no dia 3 de Maio, consagrado internacionalmente à Liberdade de Imprensa);
7 — Que se apoiem estudos e investigações relativos à Educação para a Literacia Mediática, articulando esforços com outros parceiros da área, designadamente, colaborando na criação de um Observatório sobre Educação para os Media;
8 — Que se invista numa formação que abranja um público mais alargado, com prioridade para certos grupos -alvo como os idosos, pessoas com deficiência, pais, minorias e grupos desfavorecidos;
9 — Que se continue a estudar a problemática da produção, validação e distribuição de conteúdos educativos digitais. Neste âmbito, recomenda-se desde já o aprofundamento do apoio à produção de conteúdos criados por utilizadores e a articulação com outros países da CPLP.

AS MIL FACES DA DISCRIMINAÇÃO

Pais vão recorrer à Justiça para resolver caso
Padre pára baptizado por descobrir que padrinho é gay
O padre da paróquia de Nossa Senhora da Conceição, no sul de Espanha, travou a celebração de um baptizado quando descobriu que o padrinho era homossexual e que estava casado pelo civil com outro homem, uma união que a lei espanhola permite.
(…)
Os progenitores queixaram-se ao arcebispo da província de Jaén, por considerarem que tratar-se de uma descriminação e denunciaram o caso publicamente. O arcebispado respondeu, através de comunicado, apoiando o pároco e explicando que um padrinho católico precisa ter uma vida “congruente”.

TONTERIA, diria Alberto João Jardim

Tenente-coronel da GNR diz que mortos 'não cooperaram'

Lourenço da Silva, tenente-coronel da GNR, declarou, no Programa Bom dia Portugal da RTP, que a Guarda Nacional Republicana está de «consciência tranquila» e que os cidadãos que morreram na estrada durante a época do Natal «não quiseram manter-se vivos».

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Portoghese=Borlista - Têm razão os italianos?

Maioria dos espectadores não pagou bilhete para espetáculos em 2010

Mais de 10 milhões de espectadores assistiram a espetáculos ao vivo em Portugal, em 2010, mas apenas 4,6 milhões pagaram bilhete, segundo dados divulgados esta quinta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Aqui, as notícias boas estão em maioria

  • O número de doutorandos em Portugal aumentou 134,4% em Portugal nos últimos cinco anos;


  • em 2010, o abandono escolar precoce baixou 2,5 pontos percentuais relativamente ao ano anterior. Ainda assim continua alto, tendo-se fixado nos 28,7%;

  • Os trabalhadores com contratos com termo aumentaram 6,34%;

  •  No campo da Saúde a evolução tem sido positiva;

  • também nos últimos seis anos, o número de casos de tuberculose respiratória decresceu 41,4% ;

  • o número de casos notificados de sida reduziu-se em 58,7%.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Corte e Preconceito = Corte com o Preconceito

Campanha solidária junta mais de 300 cabeleireiros
A Campanha solidária “Corte e Preconceito”, lançada pela Liga Portuguesa Contra a Sida (LPCS) e a L’Oreal Professionnel, está decorrer desde o início do mês e conseguiu a adesão de um total de 331 cabeleireiros de todo o país. No Facebook, onde cada “like” reverte com 10 cêntimos para a LPCS, a Campanha já conseguiu angariar 1005 “likes”.
De 1 a 31 de Dezembro, por cada coloração realizada nos salões aderentes, 1 euro reverte a favor da Liga Portuguesa Contra a Sida. No Facebook, onde a Campanha também está ativa, a mesma já conseguiu mais de 1000 “likes” e cerca de 1200 partilhas.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

Não deveria começar por outro lado?

Parlamento
Ministro explica revisão curricular no dia 10
O ministro da Educação vai no dia 10 ao Parlamento explicar aos deputados a proposta do Governo para a revisão curricular que anunciou no passado dia 12 e está em consulta pública até fim de Janeiro. 

A Tecnologia ao serviço de quem precisa

Linha de brinquedos portugueses para crianças invisuais
Objectos visam integração através de 'design'
São brinquedos coloridos, com texturas e materiais diferentes que foram concebidos “expressamente a pensar em crianças com dificuldades visuais”, explica Leonor Pereira, mestre em Engenharia Têxtil pela Universidade do Minho (UMinho), que desenvolveu a dissertação «Design Inclusivo: Tocar para Ver – Brinquedos para Crianças Cegas e de Baixa Visão».
Esta linha de divertimentos infantis visa ajudar as crianças a interagir de forma saudável com os restantes colegas. “É incluí-las a todos os níveis, proporcionar-lhes maneiras de brincar, conviver e interagir entre as duas realidades”, explica. Não basta criar peças de ‘design’ por si só, esclarece Leonor Pereira, que é professora do ensino básico há vários anos. O objectivo principal é conceber produtos com qualidade estética e táctil, que visa proporcionar uma maior integração das crianças com problemas visuais no meio envolvente.
(…)
A pouca formação dos professores relativamente à educação especial é uma das críticas apontadas pela antiga aluna da UMinho. “É muito difícil conseguirmos perceber as necessidades das crianças cegas, autistas ou surdas. Temos sempre o apoio dos professores do ensino especial, que trabalham especificamente com eles, mas nem sempre é suficiente”, explica.
(…)
Esta não é, segundo Leonor Pereira, uma sociedade completamente inclusiva, porque ainda há muitas barreiras: “As crianças com deficiências não usufruem das mesmas oportunidades do que as restantes”, concluI.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

O apelo de Passos Coelho resultou: eis mais um emigrante

Pedro Gadanho nomeado curador do MoMA de Nova Iorque

O arquitecto português Pedro Gadanho será curador do Departamento de Arquitectura e Design do Museum of Modern Art de Nova Iorque, a partir de Janeiro, anunciou a instituição cultural norte-americana.

sábado, 24 de dezembro de 2011

SEM GLÚTEN, SEM LACTOSE, UM BOLO-REI MAIS INCLUSIVO

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O PAI NATAL NÃO SE MEDE AOS PALMOS


Inglês de seis anos arrecada 600 brinquedos para crianças doentes
Uma criança de seis anos de idade decidiu brincar de Papai Noel neste Natal. Cameron Calderbank recolheu 600 brinquedos e entregou, nesta sexta-feira, para crianças doentes no Hospital Royal Bolton, em Greater Manchester, na Inglaterra.
Cameron teve a ideia de fazer uma campanha para arrecadar brinquedos depois de passar uma semana na enfermaria do hospital, por causa da diabetes. O menino contou com a ajuda dos pais, Chantelle e Paul, e do irmão de 11 anos, Sam, para recolher e entregar os presentes, avaliados em quase R$ 9 mil ao todo.

“Nós estamos sobrecarregados com a quantidade de brinquedos que doaram”, disse Chantelle, que vive na cidade de Bolton com a família. Os funcionários do hospital brincaram garantem que Cameron já virou um pop star no hospital. Quase tão badalado e querido quanto o verdadeiro Papai Noel. 

EIS A NOSSA PRENDA DE NATAL

Natal para Professores – 10 livros de Paulo Freire

A Importância do Ato de Ler
Ação Cultural para a Liberdade
Extensão ou Comunicação
Medo e Ousadia
Pedagogia da Autonomia
Pedagogia da Indignação
Pedagogia do Oprimido
Política e Educação
Professora sim, Tia não
Fonte: http://clinicadotexto.wordpress.com/2009/04/07/acesso-livre-aos-livros-de-paulo-freire/
Pedagogia da Esperança
Fonte: http://ronaldodaros.com/index.php?option=com_content&view=article&id=45&Itemid=59



A CAUSA E A CONSEQUÊNCIA

Notícia 1:


Um corte com o passado. O 1.º de muitos?

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CIÊNCIA
Gabinete do Ministro
Despacho n.º 17169/2011
(…)
O Ministério da Educação e Ciência pretende reduzir o controlo central de todo o sistema educativo, assim como o excesso de regulamentação e a burocracia. O currículo nacional deve definir os conhecimentos e as capacidades essenciais que todos os alunos devem adquirir e permitir aos professores decidir como ensinar de forma mais eficaz, gerindo o currículo e organizando da melhor forma a sua actividade lectiva. Assim, deverá dar -se aos professores uma maior liberdade profissional sobre a forma como organizam e ensinam o currículo. Em paralelo, deverá ser feita uma avaliação mais rigorosa sobre o resultado do seu trabalho e do da escola, primordialmente através da avaliação dos conhecimentos adquiridos pelos alunos.
(…)
O currículo deverá incidir sobre conteúdos temáticos, destacando o conhecimento essencial e a compreensão da realidade que permita aos alunos tomarem o seu lugar como membros instruídos da sociedade
(…)
Nestes termos, determino o seguinte:
a) O documento Currículo Nacional do Ensino Básico — Competências Essenciais deixa de constituir documento orientador do Ensino Básico em Portugal;
b) As orientações curriculares desse documento deixam de constituir referência para os documentos oficiais do Ministério da Educação e Ciência, nomeadamente para os programas, metas de aprendizagem, provas e exames nacionais;
c) Os programas existentes e os seus auxiliares constituem documentos orientadores do ensino, mas as referências que neles se encontram a conceitos do documento Currículo Nacional do Ensino Básico — Competências Essenciais deixam de ser interpretados à luz do que nele é exposto;
d) Os serviços competentes do Ministério de Educação e Ciência, através da Secretaria de Estado do Ensino Básico e Secundário, irão elaborar documentos clarificadores das prioridades nos conteúdos fundamentais
dos programas; esses documentos constituirão metas curriculares a serem apresentadas à comunidade educativa, e serão objecto de discussão pública prévia à sua aprovação.

"...e toda a avaliação é um produto do que é avaliado pela esfera cognitiva de quem avalia." (Arthur Schopenhauer)

Educação: Governo formaliza diplomas acordados em Setembro
Governo mantém quotas no topo
O Governo aprovou ontem em Conselho de Ministros os diplomas de um novo e mais simples modelo de avaliação de professores, bem como a sua adaptação ao estatuto da carreira docente.
O novo regime resulta do acordo assinado em Setembro com sete de 13 sindicatos e entra em vigor no próximo ano lectivo. Os ciclos de avaliação passam a ter quatro anos, coincidindo com os escalões da carreira (a excepção é o 5º escalão, que tem apenas dois anos); as quotas para aceder às classificações mais elevadas mantêm-se; e a avaliação da componente pedagógica será efectuada por docentes de outras escolas, que integrarão uma bolsa de avaliadores.
O Conselho de Ministros aprovou ainda mudanças às leis orgânicas, devido à junção da Educação e do Ensino Superior num só ministério.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

ENVELHECIMENTO ATIVO E SOLIDARIEDADE INTER-GERACIONAL


Diário da República, 1.ª série — N.º 244 — 22 de Dezembro de 2011
PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS
Resolução do Conselho de Ministros n.º 61/2011

A II Assembleia Mundial das Nações Unidas realizada em Madrid, em 2002, traçou como objectivos orientadores de políticas inovadoras para responder ao envelhecimento demográfico, o envelhecimento activo e a sociedade para todas as idades.
Assim, o envelhecimento activo e a solidariedade inter-geracional passam a ser considerados elementos chave da coesão social, contribuindo para uma maior qualidade de vida à medida que as pessoas vão envelhecendo. Por outro lado, no sentido em que se baseiam no reconhecimento dos direitos humanos, contribuem igualmente para a consolidação da democracia.
Neste contexto, o Parlamento Europeu e a Comissão Europeia declararam 2012 como o Ano Europeu do Envelhecimento Activo e da Solidariedade entre as Gerações (AEEASG), através da Decisão n.º 940/2011/UE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 14 de Setembro de 2011.
O AEEASG pretende contribuir para promover uma cultura de envelhecimento activo na Europa convocando valores europeus como a solidariedade, a não discriminação, a independência, a participação, a dignidade, os cuidados e a auto -realização das pessoas idosas, concorrendo para o desenvolvimento harmonioso das sociedades europeias.
(…)
Os objectivos principais do AEEASG são:
            Sensibilizar para a importância do envelhecimento activo e da solidariedade inter -geracional;
Promover o intercâmbio de informações e de experiências;
Dar a possibilidade de elaborar políticas mediante o desenvolvimento de actividades específicas e a fixação de objectivos concretos.

Um olhar sobre a nossa Educação

EDUCAÇÃO ESPECIAL                    
A Declaração de Salamanca (Unesco, 1994), subscrita
por Portugal, afirma que a escola regular deve
acolher os alunos com necessidades especiais, sendo
esse o melhor caminho para cumprir o objectivo de
potenciar ao máximo as suas capacidades. Nesta
perspectiva, a escola passou a integrar crianças
e jovens tradicionalmente “excluídos” do ensino
regular, tendo Portugal passado a ser um dos países
que mais privilegia a inclusão, a par de outros como
a Islândia e a Noruega (World Health Organization
and the World Bank Group. 2011, 211). 
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quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

PREOCUPANTE...DE NOVO!

Relatório sobre o Estado da Educação

Os jovens licenciados portugueses com menos de 25 anos são os mais atingidos pela quebra das taxas de emprego registada na última década, enquanto na média europeia os mais lesados neste grupo foram os que tinham qualificações mais baixas.

UMA BOA NOTÍCIA!

Ainda vale a pena ter um curso superior para procurar emprego
Um curso superior ainda faz a diferença quando se procura trabalho, garante o Conselho Nacional de Educação (CNE), que concluiu que a taxa de emprego é mais elevada entre os licenciados.
No estudo sobre o estado da Educação, o CNE reconhece que nos primeiros seis meses de procura de emprego pode não haver resultados mesmo com o "canudo" mas afirma que a partir daí as probabilidades de arranjar trabalho aumentam para quem tem um curso superior.
Enquanto a taxa de emprego para licenciados estava em 2010 nos 84,5 por cento, para as pessoas com o secundário completo estava nos 79,9% e para quem não passou do básico estava nos 68,2%
Actualmente, "um em cada três jovens até aos 20 anos está no Ensino Superior", afirmou em conferência de imprensa a presidente do CNE, Ana Maria Bettencourt, o que é uma "evolução muito grande" em relação ao que se passava há dez anos, quando a percentagem não chegava aos 30%.

MAIS PREOCUPANTE AINDA

Consumo de drogas pelos estudantes aumentou em 2010 
O consumo de drogas aumentou no ano passado nas populações escolares, revela o relatório anual do Instituto da Droga e da Toxicodependência divulgado hoje, que alerta para a necessidade de reforço das medidas preventivas.
De acordo com o Relatório Anual sobre a Situação do País em Matéria de Drogas e Toxicodependência 2010, o consumo de drogas nas populações escolares vinha a aumentar desde os anos 90 e tinha diminuído pela primeira vez em 2006 e 2007, voltando a aumentar em 2010.
Uma das razoes apontadas para esta situação são as 'smartshops', que induzem nos jovens "uma falsa percepção de nulo ou baixo risco do consumo dessas 'drogas legais', que apontam para um expectável agravamento do problema das dependências nas camadas mais jovens", sublinha o relatório, apresentado pelo presidente do IDT, João Goulão, na Assembleia da Republica.
Segundo o relatório, a cannabis e a substancia ilícita com a mais elevada prevalência de consumo em Portugal.

PREOCUPANTE!

Alunos portugueses chumbam muito e é preciso investir no apoio
Conselho Nacional de Educação chama à atenção para o número elevado de alunos que chumbam no ensino português e sugere reforço de apoio aos estudantes.
O Conselho Nacional de Educação (CNE) alertou hoje para o elevado número de repetentes em todos os graus do sistema educativo português, defendendo que não se deve poupar no apoio aos alunos para evitar "chumbos".
"Temos um grande desvio etário. Os nossos alunos estão na escola mas não estão no ano em que deviam estar", afirmou aos jornalistas a presidente do CNE, Ana Maria Bettencourt.
Os alunos de meios sociais desfavorecidos são os que mais vão ficando para trás, com "desmotivação e o abandono escolar precoce" como consequências.
De acordo com os dados do CNE, no ano letivo de 2009/2010, 100 por cento dos jovens de 15 anos estavam na escola, mas "43% ainda permanecia no ensino básico e apenas 57% se encontra no nível adequado à sua faixa etária, o secundário".

Quando se olha para os jovens de 17 anos, 80% já chegaram ao secundário, mas 10% ainda estão no terceiro ciclo do básico. Quanto mais para a frente no grau de ensino, pior o desvio: em 2009/2010, 14% dos rapazes e 10% das raparigas a frequentar o 12º ano tinha 20 anos ou mais, quando idealmente deviam ter 17 anos.