terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Se uma janela de oportunidade aparecer, não baixes a persiana. (Tom Peters)



A multinacional celebrou esta sexta-feira um protocolo entre Fundação PT e a Direção-Geral da Educação para promover igualdade no acesso à educação. A iniciativa de promoção da educação inclusiva pretende criar sinergias com as entidades sob tutela do organismo estatal.
A Altice Portugal assinalou esta sexta-feira, 12 de janeiro, a celebração de um protocolo entre Fundação Portugal Telecom (PT) e Direção-Geral da Educação (DGE) para promover a igualdade de oportunidades no acesso à educação.
A iniciativa de promoção da educação inclusiva, ligada a 82 mil alunos com necessidades educativas específicas no país, pretende criar sinergias com as entidades sob tutela do organismo estatal. A Fundação PT vai disponibilizar computadores portáteis e licenças PT Grid 3 aos 25 Centros de Recursos TIC para a Educação (CRTIC).
“A disponibilização das soluções especiais da Altice Portugal para o público destinatário deste protocolo constitui uma abordagem única e pioneira em Portugal e está ancorada numa visão estratégica partilhada da importância da tecnologia e do digital, como alavancas de desenvolvimento dos métodos de ensino”, destaca a empresa, em comunicado.
  • Aladim – uma oferta promocional nos principais serviços da Altice Portugal para utilizadores com deficiência ou incapacidade
  • Atendimento presencial a surdos – presença de um profissional dedicado ao atendimento de surdos garante nas lojas MEO em todas as capitais de distrito
  • Comunicar em Segurança – programa de cidadania digital sobre navegação segura
  • Khan Academy – plataforma interativa de educação disponível em Portugal através da Fundação PT
  • Teleaula – sistema educativo desenhado para os alunos impedidos de frequentar presencialmente a escola, por doença ou convalescença prolongada
  • Academia LGP – conteúdos escolares em vídeo, em formato bilingue (português e Língua Gestual Portuguesa) para a comunidade surda

terça-feira, 16 de janeiro de 2018

O meu reino por uma história


Com o objetivo de apoiar escolas do 1.º Ciclo e Jardins-de-Infância tendo em vista o concurso “Conta-nos uma História”, da DGE, o Centro de Competência em TIC da Universidade do Minho promove workshops de animação vídeo com técnicas de Stop Motion, com a duração total de 9 horas.

São destinatários preferenciais os docentes envolvidos com alunos do ensino pré-escolar e 1.º ciclo (incluindo AEC e Inglês).
Plano de trabalho
Módulo I – Produção e Argumento (3 h)
Módulo II – Realização e Edição (3 h)
Módulo III – Pós-produção (3 h)
Os workshops funcionarão em Braga, em horário a ajustar com os interessados desde que se formem grupos de 6 ou mais participantes.

A formação é gratuita.

Mais informações em https://docs.google.com

Mais informação aqui

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

"... o novo vem do antigo, mas nem por isso é menos novo".(Brecht)

A PROIBIÇÃO DE FUMAR nos estabelecimentos de ensino ...

É PROIBIDO FUMAR nos estabelecimentos de ensino, independentemente da idade dos alunos e do grau de escolaridade, incluindo, nomeadamente, salas de aula, de estudo, de professores e de reuniões, bibliotecas, ginásios, átrios e corredores, bares, restaurantes, cantinas, refeitórios, espaços de recreio.

Nos estabelecimentos de ensino devem, SEMPRE QUE POSSÍVEL, ser definidos espaços para fumar no exterior que garantam a devida proteção dos elementos climatéricos, bem como da imagem dos profissionais que os utilizam.

Nos estabelecimentos de ensino em que seja inviável definir espaços para fumar no exterior que garantam a devida proteção dos elementos climatéricos, bem como da imagem dos profissionais que os utilizam, é PROIBIDO FUMAR também nos locais exteriores de acesso aos estabelecimentos de ensino, incluindo entradas/saídas e locais de circulação de utentes dos estabelecimentos de ensino.

A interdição ou o condicionamento de fumar no interior dos nos estabelecimentos de ensino devem ser assinalados pelas respetivas entidades competentes, mediante a afixação de dísticos com fundo vermelho, conformes ao modelo A constante do anexo I da Lei n.º 37/2007, de 14 de agosto (alterada pelas Leis n.ºs 109/2015, de 26 de agosto, e 63/2017, de 3 de agosto) e que dela faz parte integrante, sendo o traço, incluindo a legenda e a cruz, a branco e com as dimensões mínimas de 160 mm x 55 mm, devendo apor-se, na parte inferior do modelo, uma legenda identificando a presente lei, devendo ainda conter o montante da coima máxima aplicável aos fumadores que violem a proibição de fumar.

LEI N.º 37/2007, DE 14 DE AGOSTO (alterada pelas Leis n.ºs 109/2015, de 26 de agosto, e 63/2017, de 3 de agosto).
A infração é punível com a coima máxima de 750 euros.

Os dísticos devem ser afixados ou colados de forma a serem dificilmente amovíveis e devem ser visíveis a partir do exterior dos estabelecimentos de ensino.

O cumprimento da PROIBIÇÃO DE FUMAR nos estabelecimentos de ensino e das disposições legais a ela atinentes deve ser assegurado pelas entidades públicas ou privadas que tenham a seu cargo os estabelecimentos de ensino referidos na LEI N.º 37/2007, DE 14 DE AGOSTO (alterada pelas Leis n.ºs 109/2015, de 26 de agosto, e 63/2017, de 3 de agosto).

Sempre que se verifiquem infrações ao disposto sobre a PROIBIÇÃO DE FUMAR nos estabelecimentos de ensino e das disposições legais a ela atinentes, as entidades que tenham a seu cargo os estabelecimentos de ensino devem determinar aos fumadores que se abstenham de fumar e, caso estes não cumpram, chamar as autoridades administrativas ou policiais, as quais devem lavrar o respetivo auto de notícia. [Sem prejuízo do exercício da RESPONSABILIDADE DISCIPLINAR, caso se tratem de trabalhadores dos estabelecimentos de ensino (docentes, administrativos e/ou auxiliares!].

Todos os utentes dos estabelecimentos de ensino têm o direito de exigir o cumprimento do disposto na lei sobre PROIBIÇÃO DE FUMAR nos estabelecimentos de ensino e das disposições legais a ela atinentes, podendo apresentar queixa por escrito, circunstanciada, usando para o efeito, nomeadamente, o LIVRO DE RECLAMAÇÕES disponível no estabelecimento em causa.
[No caso de alunos menores de idade, o exercício do direito de queixa compete a quem seja seu representante legal (v. g. pais/encarregados de educação)].

Sem prejuízo das competências atribuídas às autoridades administrativas e policiais, as quais devem lavrar o respetivo auto de notícia, a fiscalização do disposto na lei sobre PROIBIÇÃO DE FUMAR nos estabelecimentos de ensino e das disposições legais a ela atinentes compete à Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE).


quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Uma vida sem desafios não vale a pena ser vivida.(Sócrates)

Informações Gerais


O Ministério da Educação, em colaboração com a Federação Nacional de Associações de Estudantes dos Ensinos Básico e Secundário, desafia todas as escolas a participarem, no dia 15 de janeiro de 2018, num amplo debate nacional com o objetivo de refletir sobre como organizar a escola e o ensino, com vista à concretização do Perfil dos Alunos no Final da Escolaridade Obrigatória.
Neste dia 15 de janeiro realizar-se-á uma Conferência Nacional em Lisboa e, em simultâneo, as escolas associam-se localmente, num movimento que se pretende de âmbito nacional.

A ideia é que, por um dia, as escolas suspendam a sua rotina diária e possam acompanhar a Conferência Nacional, em direto, via internet, organizar Conferências Locais e desenvolver outras atividades, de forma a promover o conhecimento do Perfil do Aluno por todos aqueles que têm intervenção na educação dos jovens portugueses.

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

NOS STATES, É ASSIM

A Broader Legal Definition of Dyslexia

(...)
Dyslexia means a specific learning disability that is neurobiological in origin. It is characterized at the level of a keen observer as frustration, withdrawal, anxiety, aversion to homework and schoolwork, underperformance, and an undoing of the personal sense of ability, psychosomatic symptoms that are triggered by school-failure to read or perform well at spelling, written expression or other language tasks, or mixing up right and left hands. Other observable characteristics include difficulties with accurate and/or fluent word recognition and by poor spelling and decoding abilities.These difficulties typically result from a deficit in the phonological component of language that is often unexpected in relation to other cognitive abilities and the provision of effective classroom instruction. Secondary consequences may include problems in reading comprehension and reduced reading experience that can impede growth of vocabulary and background knowledge.
(...)

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Por falar em exclusão,

CLIQUE

A Forma da Água (2017)


Uma ode aos desajustados, aos incompreendidos, aos outsiders aos párias.  Uma homenagem ao cinema. Um convite ao escapismo. É isso o que  Guillermo del Toro faz com The Shape of Water, filme vencedor do Festival de Veneza 2017, uma produção de cativante beleza, interpretada por um elenco afiadíssimo (que deveria levar todos os prêmios da temporada).

Passada nos anos 1960 (quando a Guerra Fria pegava fogo), a história é apresentada como uma fábula, protagonizada por uma "princesa sem voz". “O que eu posso dizer sobre ela?”, anuncia o narrador. Mas ele logo se recolhe. Ao invés de dizer, del Toro mostra, usando a imagem como protagonista, na melhor concepção do que vem a ser o cinema.

Muda (e nem por isso infeliz), a faxineira Eliza Esposito (Sally Hawkins, hipnótica) trabalha numa base secreta do governo dos Estados Unidos, que inclui um laboratório comandado pelo doutor Hoffstetler (Michael Stuhlbarg). Uma criatura capturada nos confins da América do Sul é levada para lá. Pouco a pouco, Eliza vai se afeiçoando a ela. Sim, quem ama o feio bonito lhe parece.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

"Os meus olhos são uns olhos..." (A. Gedeão)



Be My Eyes. Emprestar os olhos


Pode “emprestar os seus olhos” a pessoas cegas ou com problemas de visão. O conceito do Be My Eyes (iOS e Android) é simples: instala-se a aplicação, definem-se as línguas que se consegue falar, e quando alguém com problemas de visão pede ajuda, recebe-se uma notificação. O utilizador que responder primeiro entra numa videochamada e pode descrever à outra pessoa aquilo que está a ver através da câmara do telemóvel.
A aplicação faz parte de uma nova tendência de microvoluntariado, em que as pessoas podem instalar aplicações móveis, para ajudar os outros, ocasionalmente, e em alguns minutos.

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

A VIDA SECRETA DOS TPC's

Já está disponível para download o InfoCEDI n.º 73 sobre Os Trabalhos para Casa das Crianças


Já está disponível para consulta e download o nosso InfoCEDI n.º 73. Esta é uma compilação abrangente e atualizada de dissertações, estudos, citações e endereços de sites sobre Os Trabalhos para Casa das Crianças.
Todos os documentos apresentados estão disponíveis on-line. Pode aceder a esta publicação AQUI.

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

O que é que torna heróico? Ir ao mesmo tempo para além da sua maior dor e da sua maior esperança.(Friedrich Wilhelm Nietzsche)


Estudante com dislexia e paralisia cerebral forma-se em história
Nem mesmo o diagnóstico de paralisia cerebral, a baixa visão e a limitação motora impediram que o jovem Luiz Garcia, 30 anos, realizasse o sonho de uma graduação. O estudante foi aprovado em duas universidades federais e optou por cursar bacharelado e licenciatura em história na Universidade de Brasília (UnB).
(…)
Devido à dislexia – um transtorno de aprendizagem – e à baixa visão ocasionada pela paralisia cerebral, Luiz tem dificuldades para ler e escrever. Todo o conteúdo foi aprendido na sala de aula, em áudios enviados por amigos e nas apostilas lidas pelos pais, que eram armazenadas em um gravador.
Quando precisou entregar trabalhos, Luiz contou com o apoio do pai para transcrever o que ele ditava. A tecnologia também deu uma mãozinha. "Aprendi a usar o microfone do teclado do celular para redigir textos", conta.
(…)

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

VER COM OLHOS DE VER

Brincar na rua pode proteger as crianças de doenças de visão

O seu filho tem problemas de visão? Leve-o para a rua! De forma a combater os efeitos negativos que os aparelhos tecnológicos têm nos olhos, os médicos aconselham as crianças a duas, três horas de luminosidade solar.

As crianças brincam cada vez menos na rua e estão cada vez mais presas a jogos eletrónicos e smartphones, com que se entretêm dentro de casa. A rua esvazia-se de brincadeiras e isso pode ter consequências negativas inesperadas.

Além dos efeitos prejudiciais no sono, parece existir uma relação entre esta tendência e patologias oculares, como a miopia. Se tem vindo a aumentar o número de crianças com necessidade de usar óculos, isso deve-se em grande parte a passarem demasiado tempo expostos a ecrãs e cada vez menos horas fora de casa.

A miopia é um defeito na convergência dos raios luminosos, ou seja, os objetos formam-se à frente da retina em vez de no seu interior. O resultado é a perda de capacidades de visão em profundidade, tornando-se desfocada como uma névoa sem forma.

Daí que, além dos óculos ou lentes de contacto, o tempo passado ao ar livre seja importante. «Passar tempo na rua e absorver a luminosidade solar pode ser a solução para recuperar ou prevenir doenças de visão», diz Annegret Dahlmann-Noor, oftalmologista do Moorfields Eye Hospital em Londres, numa entrevista dada à BBC Health.

O seu filho está cada vez mais viciado em tecnologia e isso está a prejudicar-lhe a visão? O professor Chris Hammond, do King’s College London, diz que a resolução do problema passa por «levar os filhos para o exterior, praticarem algum desporto ou qualquer atividade à luz do dia». Para o britânico «duas, três horas na rua é a fórmula perfeita de afastar a miopia dos olhos das crianças».

O oftalmologista Pedro Pacheco explicou à Noticias Magazine as razões que levam à perda da visão do que está distante «o ser humano foi concebido para viver no ambiente de rua e ver ao longe. Ao utilizar aparelhos de perto e de luz artificial inverte a tendência natural das coisas». Tudo indica que «a miopia é um processo de adaptação da visão humana».


Além do ar livre, Pedro Pacheco referiu que «a alimentação também é importante na saúde dos olhos». Devemos ingerir produtos ricos em ómega 3, vitamina A, C e E, que regeneram a composição ocular.